Me vi como um feixe de luz,
Navegador de mares internauticamente múltiplas,
Pude sentir um vôo, o vento que percorria todo meu corpo, meu espírito, meus pensamentos!
E me vi voando entre meu ego, meus pensamentos,
Busquei, busquei um local em que houvesse maior integridade,
E encontrei um ponto de calor imenso, no peito,
No coração! Na chama ardente de um coração mudo, como uma chuva silenciosa,
Um orvalho breve de uma manha ensolarada,
Total liberdade, como um feixe de vento lançado pelo espirro de um vulcão,
Quente e rápido!
Agradeci!
Ao vento, ao coração, ao planeta Terra!
Sim! A noite já passou... Em breve retorno.
Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não mediado, não inferencial) ao objeto?
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