11 de fevereiro de 2010

Introspecção

Me vi como um feixe de luz,
Navegador de mares internauticamente múltiplas,
Pude sentir um vôo, o vento que percorria todo meu corpo, meu espírito, meus pensamentos!
E me vi voando entre meu ego, meus pensamentos,
Busquei, busquei um local em que houvesse maior integridade,
E encontrei um ponto de calor imenso, no peito,
No coração! Na chama ardente de um coração mudo, como uma chuva silenciosa,
Um orvalho breve de uma manha ensolarada,
Total liberdade, como um feixe de vento lançado pelo espirro de um vulcão,
Quente e rápido!
Agradeci!
Ao vento, ao coração, ao planeta Terra!
Sim! A noite já passou... Em breve retorno.

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A Introspecção é o ato pelo qual o sujeito observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência dos mesmos. Dentre os possíveis conteúdos mentais passíveis de introspecção, destacam-se as crenças, as imagens mentais (sejam visuais, auditivas, olfativas, sonoras, tácteis), as intenções, as emoções e o conteúdo do pensamento em geral (conceitos, raciocínios, associações de idéias).
Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não mediado, não inferencial) ao objeto?

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